quarta-feira, 4 de abril de 2012

Epitáfio

Um suspiro risonho.
Suave de brisa,
eterno de estrela,
terno de abraço. Sempre.
Eu vou sorrir pra você, 
ler seus olhos de um jeito ímpar,
com poesia, com  pecado e um pouco de pudor.
Vou salpicar no boa noite, 
uma saudade, uma ansiedade e um bem querer.
E uma vontade que consome,
de uma lembrança de um sonho consumado.
Em suma, tão sua,
covas de um riso:
"Aqui jaz em carinhos,
docemente embebidos,
os seus segredos e os seus sorrisos."


Por Ana Laura Berigo Marques.




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