Suave de brisa,
eterno de estrela,
terno de abraço. Sempre.
Eu vou sorrir pra você,
ler seus olhos de um jeito ímpar,
com poesia, com pecado e um pouco de pudor.
Vou salpicar no boa noite,
uma saudade, uma ansiedade e um bem querer.
E uma vontade que consome,
de uma lembrança de um sonho consumado.
Em suma, tão sua,
covas de um riso:
"Aqui jaz em carinhos,
docemente embebidos,
os seus segredos e os seus sorrisos."
Por Ana Laura Berigo Marques.

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